Priscilla Gomes de França, 15 anos, assassinada após discussão com uma outra menor (Juliana), foi espancada e alvejada com três tiros na cabeça durante um quermesse – Festa junina , na Praça da Vila Nova Cachoerinha , zona norte , São Paulo-SP, em 01/07/2000.
Após discussão com Juliana, a qual prometeu que voltaria. Voltou logo depois com mais cinco elementos, que pegaram a Priscilla Gomes de França, espancando-a até desmaia e ainda deitada no chão, indefesa, deram os três tiros na nuca, foi uma crueldade inaceitável. Um menor foi preso como autor dos disparos, talvez para proteger os demais, pois sabemos que o menor é sempre protegido pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).
Francisca Rosemeire, mãe de Priscilla Gomes de França, relata que “só um menor foi detido. Ficou uns três meses na Febem e foi solto. Os outros e a menina mentora do crime estão livres, embora todo mundo os conheça e a polícia saiba quem são.
O motivo do crime foi ciúmes. A mãe garante que a polícia não se empenhou em prender os criminosos. E que ainda teve de ouvir que "na periferia, quem manda é o bandido”.
Priscilla Gomes de França, 15 anos, assassinada após discussão com uma outra menor (Juliana), foi espancada e alvejada com três tiros na cabeça durante um quermesse – Festa junina , na Praça da Vila Nova Cachoerinha , zona norte , São Paulo-SP, em 01/07/2000.
Após discussão com Juliana, a qual prometeu que voltaria. Voltou logo depois com mais cinco elementos, que pegaram a Priscilla Gomes de França, espancando-a até desmaia e ainda deitada no chão, indefesa, deram os três tiros na nuca, foi uma crueldade inaceitável. Um menor foi preso como autor dos disparos, talvez para proteger os demais, pois sabemos que o menor é sempre protegido pelo Estatuto da Criança e Adolescente (ECA).
Francisca Rosemeire, mãe de Priscilla Gomes de França, relata que “só um menor foi detido. Ficou uns três meses na Febem e foi solto. Os outros e a menina mentora do crime estão livres, embora todo mundo os conheça e a polícia saiba quem são.
O motivo do crime foi ciúmes. A mãe garante que a polícia não se empenhou em prender os criminosos. E que ainda teve de ouvir que "na periferia, quem manda é o bandido”.