Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
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Luiz Carlos Soares da Costa (Assassinato)



 


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Data do Ocorrido: 14/07/2008

Localização: Rio de janeiro (RJ)

Data de Nascimento: 26/05/1972 (36 anos)

Data de Falecimento: 12/07/2008

Sexo: Masculino Masculino
 

Luiz Carlos Soares da Costa, 36 anos,  gerente de suprimentos da INFOGLOBO, vítima de sequestro relâmpago e morto por PMs no Rio de Janeiro em 12/07/2008.

Luiz Carlos Soares da Costa voltava da academia por volta das 21h, quando foi rendido e sequestrado na Rua Leopoldo Bulhões, próximo de um dos acessos à linha Amarela, Rio de Janeiro.

Segundo relatos dos policiais, uma viatura do 22° batalhão de polícia milita (BPM) que passava pelo local, percebendo as manobras arriscadas do motorista (seqüestrador) que dirigia o carro de Luiz Carlos Soares da Costa iniciou a perseguição ao veículo, o qual parou somente após 10 disparos de fuzis. Um desses tiros atingiu e matou Luiz Carlos Soares da Costa.

 

Crime sem Castigo

Em 19 de março de 2012 terminou sem qualquer punição o processo das mortes do administrador Luiz Carlos Soares da Costa, de 36 anos, e de Jefferson Santos Leal, de 18, na noite de 14 de julho de 2008, na Avenida Brasil, em São Cristóvão.

Os policiais militares do 22º BPM (Maré) Alexandre dos Santos Carvalho, Robson Jesus da Silva, Vanderlei de Oliveira Acha Júnior e Luiz Otávio Vieira Barbosa eram acusados dos dois assassinatos e foram absolvidos.
Luiz Carlos era funcionário da Infoglobo — empresa que edita os jornais EXTRA, "O Globo" e "Expresso" — e era mantido refém no banco do carona do seu carro, um Siena, por Jefferson. Eles foram perseguidos pelos quatro PMs. No confronto, Luiz Carlos e Jefferson foram baleados.
 
Os quatro réus já haviam sido absolvidos sumariamente da morte de Luiz Carlos em janeiro de 2011, após o laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) indicar que o administrador foi morto por um tiro dado a curta distância. Assim, o juiz Fábio Uchôa, do 1º Tribunal do Júri, entendeu que a vítima foi morta por Jefferson, que o mantinha refém em seu carro.
 
Em relação à morte de Jefferson, os quatro PMs foram absolvidos pelo 1º Tribunal do Júri. A sessão ocorreu em maio do ano passado. Como o Ministério Público não recorreu da absolvição, a sentença já transitou em julgado, isto é, não pode mais ser modificada. Em novembro, a Justiça devolveu o porte de arma aos PMs.
 
A perseguição que levou à morte teve grande repercussão, porque os PMs foram filmados pelo SBT retirando as duas vítimas baleadas de dentro do Siena sem o menor cuidado. Na época, parentes de Luiz Carlos disseram que os PMs pensaram que o administrador também fosse bandido.
 

 

 

Em 19 de março de 2012 terminou sem qualquer punição o processo das mortes do administrador Luiz Carlos Soares da Costa, de 36 anos, e de Jefferson Santos Leal, de 18, na noite de 14 de julho de 2008, na Avenida Brasil, em São Cristóvão. 

Os policiais militares do 22º BPM (Maré) Alexandre dos Santos Carvalho, Robson Jesus da Silva, Vanderlei de Oliveira Acha Júnior e Luiz Otávio Vieira Barbosa eram acusados dos dois assassinatos e foram absolvidos.
Luiz Carlos era funcionário da Infoglobo — empresa que edita os jornais EXTRA, "O Globo" e "Expresso" — e era mantido refém no banco do carona do seu carro, um Siena, por Jefferson. Eles foram perseguidos pelos quatro PMs. No confronto, Luiz Carlos e Jefferson foram baleados.
 
Os quatro réus já haviam sido absolvidos sumariamente da morte de Luiz Carlos em janeiro de 2011, após o laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) indicar que o administrador foi morto por um tiro dado a curta distância. Assim, o juiz Fábio Uchôa, do 1º Tribunal do Júri, entendeu que a vítima foi morta por Jefferson, que o mantinha refém em seu carro.
 
Em relação à morte de Jefferson, os quatro PMs foram absolvidos pelo 1º Tribunal do Júri. A sessão ocorreu em maio do ano passado. Como o Ministério Público não recorreu da absolvição, a sentença já transitou em julgado, isto é, não pode mais ser modificada. Em novembro, a Justiça devolveu o porte de arma aos PMs.
 
A perseguição que levou à morte teve grande repercussão, porque os PMs foram filmados pelo SBT retirando as duas vítimas baleadas de dentro do Siena sem o menor cuidado. Na época, parentes de Luiz Carlos disseram que os PMs pensaram que o administrador também fosse bandido.


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