Autor: Carlos Santiago
Gabriela Sou da Paz
Diga não à impunidade
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Gilmar Rafael Souza Yared (Trânsito)



 


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Aviso O Movimento Gabriela Sou da Paz não se responsabiliza pela exatidão e veracidade das informações contribuidas voluntariamente abaixo.


Data do Ocorrido: 07/05/2009

Localização: Curitiba (PR)

Data de Nascimento: 20/03/1983 (26 anos)

Data de Falecimento: 07/05/2009

Sexo: Masculino Masculino
 

Gilmar Rafael Souza Yared, 26 anos, condutor, e Carlos Murilo de Almeida, 20 anos, tiveram morte instantânea e outro ficou gravemente ferido em um acidente na rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi, bairro Mossunguê, da cidade de Curitiba, à 1h da madrugada em 07/05/2009.

Um Passat modelo novo, com placa de Guarapuava, dirigido pelo deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho (PSB), 26 anos, bateu com extrema violência na traseira de um Honda Fit, de Curitiba, no cruzamento com a rua Paulo Gorski.

O Passat chegou a sair do chão e arrancou o teto do Honda, cujos ocupantes eram, Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida.

O Honda ficou completamente destruído. O Corpo de Bombeiros teve dificuldade para retirar os corpos da vítimas.

O deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho, motorista do Passat foi encaminhado em estado grave pelo Siate ao Hospital Evangélico, ele dirigia embriagado e em alta velocidade.

Gilmar Rafael Souza Yared foi mais uma vítima da violência no trânsito e da impunidade no Brasil.

Depois de um ano e três meses do acidente que resultou na morte de Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida , o ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho prestou depoimento na 2ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba, na tarde desta terça-feira (10). O interrogatório foi bastante rápido, durou menos de uma hora, e ex-parlamentar manteve o mesmo discurso que proferiu no inquérito policial, afirmando que não se lembra do acidente. “Ele confessou que bebeu algumas taças de vinho antes do acidente e lamentou a tragédia, sempre de cabeça baixa”, contou o advogado da família da vítima Carlos Murilo de Almeida, Juarez Küster.

O ex-deputado foi indiciado por duplo homicídio com dolo eventual, quando assume o risco de matar.
Ao juiz, o ex-deputado disse que bebeu vinho em um jantar antes do acidente. Na época em que ele ficou duas semanas hospitalizado devido a ferimentos causados pelo acidente, uma amostra de sangue foi recolhida para exame de teor alcoólico. O teste chegou a ser feito, mas o resultado foi descartado dos autos pelo juiz porque Carli Filho não havia aceitado se submeter ao exame.
A família Yared esteve no local para acompanhar a movimentação. "O que nós queremos são respostas. Nós temos direito de saber o que aconteceu naquela noite", afirmou Cristiane Yared, mãe de Gilmar Rafael.
Carli Filho teve pedido de cassação de mandato formulado pela família de uma das vítimas, pouco depois do acidente. No final de maio de 2009, pressionado por colegas, ele entregou o pedido oficial de renúncia ao mandato.

Enquanto o ex-deputado deixava o tribunal, dezenas de pessoas que estavam em frente ao prédio gritaram e o chamaram de "assassino". Carli Filho entrou em um veículo e deixou o local rapidamente.
O advogado do ex-deputado, Roberto Brezinski, disse a jornalistas que o clima da audiência foi muito "pesado", porque o acidente foi uma "tragédia". Ele deixou o local em, mas seu carro foi coberto de adesivos da campanha "190 km/h é crime" por populares que estavam no local, criada pelas famílias das vítimas contra a direção em alta velocidade.

Estima-se que a Justiça defina se o ex-deputado vai ou não a júri popular em 15 dias. Conforme o advogado de Cari Filho, Roberto Brezinski, duas testemunhas de defesa "importantes" ainda precisão ser ouvidas.

Carteira suspensa

Segundo o Detran informou na época do acidente, o ex-deputado somava mais de 130 pontos na habilitação por infrações de trânsito, a maioria por excesso de velocidade, e estava com a carteira suspensa.

Em 18/01/2011 o Tribunal de Justiça do Paraná divulgou a decisão do juiz Daniel Surdi Avellar, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, de mandar a júri popular o ex-deputado Luiz Fernando Ribas Carli Filho pela morte de Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida durante um acidente de trânsito, em maio de 2009. Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o ex-deputado dirigia embriagado e em alta velocidade.

A Justiça determinou que ocorra em 26 de março de 2013 o julgamento do ex-deputado estadual do Paraná Luiz Fernando Ribas Carli Filho, acusado de provocar a morte de Gilmar Yared e Carlos Murilo de Almeida. Ele vai responder por duplo homicídio com dolo eventual e, se for condenado, pode pegar até vinte anos de prisão, com possibilidade de aumento de até 50% da pena por ter havido mais de uma vítima.

Por Sandra Domingues com informações do Bem Paraná, Paraná Online, Gazeta do Povo e G1

Carro do deputado Carli Filho, que sobreviveu ao acidente: Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o ex-deputado dirigia embriagado e em alta velocidade

O que restou do carro em que estavam Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida, mortos no acidente

Depois de um ano e três meses do acidente que resultou na morte de Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida , o ex-deputado estadual Luiz Fernando Ribas Carli Filho foi indiciado por duplo homicídio com dolo eventual, quando assume o risco de matar.

Em 18/01/2011 o Tribunal de Justiça do Paraná divulgou a decisão do juiz Daniel Surdi Avellar, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, de mandar a júri popular o ex-deputado Luiz Fernando Ribas Carli Filho pela morte de Gilmar Rafael Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida durante um acidente de trânsito, em maio de 2009. Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o ex-deputado dirigia embriagado e em alta velocidade.

A Justiça determinou que ocorra em 26 de março de 2013 o julgamento do ex-deputado estadual do Paraná Luiz Fernando Ribas Carli Filho, acusado de provocar a morte de Gilmar Yared e Carlos Murilo de Almeida. Ele vai responder por duplo homicídio com dolo eventual e, se for condenado, pode pegar até vinte anos de prisão, com possibilidade de aumento de até 50% da pena por ter havido mais de uma vítima.

Por Sandra Domingues com informações do Bem Paraná, Paraná Online, Gazeta do Povo e G1



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