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A estudante Gabriela Prado Maia Ribeiro,
de 14 anos, teve a vida interrompida,
durante um assalto no metrô da Tijuca.
Era a primeira vez que a jovem saia sozinha de casa numa espécie de liberdade
condicional imposta pela insegurança pública.
Um de seus algozes, já havia sido preso e condenado, mas voltou para a
rua beneficiado por uma brecha na lei.
A impunidade que matou Gabriela,
mata pelo menos 105 inocentes
por dia no Brasil.
Vamos fechar as brechas da lei. 
 
 
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